e-Safer e HackerSec demonstram como as organizações devem se proteger dos riscos cibernéticos
A e-Safer e a HackerSec terão participação conjunta nesta edição do Mind The Sec, que acontece de 15 a 17 de setembro no Expo Transamérica, para conscientizar o mercado sobre a necessidade de evoluir os modelos tradicionais de proteção e elevar a maturidade da segurança ofensiva corporativa no Brasil, permitindo que organizações antecipem vulnerabilidades e validem defesas continuamente diante de um cenário cibernético automatizado.
No estande G-05 a e-Safer e HackerSec montaram um Laboratório de Ameaças para mostrar que as ameaças cibernéticas não agem todas do mesmo jeito, e que, por isso, proteger uma organização exige mais do que uma única resposta. O laboratório permitirá aos visitantes uma experiência que conecta visibilidade, estratégia, Pentest com IA e inteligência aplicada.
A proposta que será apresentada no Mind The Sec é que as organizações realizem pentest regularmente, porque uma vez por ano o recurso já não acompanha mais a realidade atual. A justificativa é que as aplicações recebem atualizações constantes, as APIs são modificadas diariamente e o ambiente em nuvem muda praticamente todos os dias. O correto é validar continuamente a segurança a cada nova atualização relevante.
Atentas a este cenário desafiador, e-Safer e HackerSec apresentarão soluções que combinam prevenção e gestão de riscos com ações de pentest de primeira linha baseadas em IA. Isso é para responder aos avanços da IA, que aceleraram o ciclo de vida dos ataques.
Segurança ofensiva como resposta efetiva
A proliferação de integrações por APIs, ambientes em nuvem e novos softwares agrava o quadro das vulnerabilidades nos ambientes de negócios, em uma velocidade superior à capacidade de resposta em boa parte das organizações.
Segundo os especialistas da e-Safer e HackerSec, as ferramentas defensivas tradicionais (como firewalls) e pentests pontuais não estão acompanhando as atualizações diárias de sistemas e o avanço dos ataques cibernéticos.
A proposta é aplicar um modelo de segurança ofensiva, em que a IA acelera o reconhecimento e varredura de falhas, enquanto especialistas humanos validam o contexto e aprofundam a exploração técnica. A validação deve ser contínua, a partir da transição do pentest anual para testes contínuos acionados automaticamente a cada mudança relevante no ambiente.









