A Sygecom, empresa que oferece soluções tecnológicas para o setor da reciclagem, e a 2CLOUD, especializada em migrar empresas de Software as a Service (SaaS) para a nuvem, anunciaram uma parceria que modernizou toda a base tecnológica dos produtos oferecidos pela Sygecom. O projeto conduzido pela 2CLOUD se baseou em estudos técnicos dos produtos e definiu uma migração para a Oracle Cloud Infrastructure, o que garantiu mais previsibilidade e agilidade às operações.
Marca-mãe do Grupo Sygecom, atua em um segmento com alta complexidade operacional, desenvolvendo sistemas de gestão que atendem a negócios de reciclagem dos mais diversos portes – do catador ao pequeno reciclador, até chegar aos grandes processadores e players da indústria. Inserida em um ecossistema que reúne milhares de empresas, cooperativas e profissionais, a companhia depende diretamente da disponibilidade e da eficiência de sua tecnologia para garantir a continuidade das operações de seus clientes.
Com o crescimento da base de produtos, do número de usuários ativos e do uso da nuvem, a empresa buscou a 2CLOUD para garantir mais estabilidade à infraestrutura e escalar o ambiente de forma consistente: “Nós desenvolvemos soluções tecnológicas focadas em gestão de resíduos, reciclagem e economia circular, e temos uma base de clientes com demandas diversas. Achamos essencial que a tecnologia acompanhe a evolução do negócio, a fim de estimular uma profissionalização e formalização cada vez maior neste setor que é essencial tanto no aspecto ambiental quanto no socioeconômico”, afirma Dinho Machado, CEO do Grupo Sygecom.
Além da atuação tecnológica, o Grupo Sygecom mantém um forte compromisso social dentro desse ecossistema. Com iniciativas voltadas aos catadores, a empresa contribui para ampliar o acesso a recursos básicos e melhorar as condições de trabalho, com ações que incluem desde conectividade, como chips de celular com internet, até o acesso a benefícios como plano de saúde.
Reestruturação da arquitetura e ganho de eficiência
O avanço da operação da Sygecom trouxe à tona um cenário comum entre empresas de software em expansão: a necessidade de sustentar o crescimento sem comprometer a experiência do cliente. A migração acelerada de clientes para ambientes em nuvem exigia uma resposta mais robusta da infraestrutura.
A partir desse contexto, a 2CLOUD conduziu o estudo técnico da operação, assumiu o redesenho do ambiente e identificou que a migração para a OCI era a ideal para uma arquitetura preparada para crescimento contínuo.
Com a nova base tecnológica, a Sygecom passou a operar com maior previsibilidade e agilidade. A possibilidade de provisionar servidores rapidamente e transferir 100% de seus clientes de forma eficiente trouxe mais fluidez para a operação, enquanto a estabilidade eliminou um dos principais pontos de risco do negócio. O novo ambiente também ampliou a visibilidade sobre recursos e métricas, permitindo uma gestão mais proativa da infraestrutura e reduzindo a exposição a incidentes.
Além dos ganhos operacionais, a reestruturação trouxe avanços no controle financeiro da operação, um ponto crítico para empresas de software, em que a infraestrutura compõe diretamente o custo do produto. Para Gabriel Goltz, CEO da 2CLOUD, esse é um dos principais desafios do setor: “Não adianta ter um ambiente redondo se o valor não fecha no fim do mês. Afinal, nuvem é insumo do produto. Não pode custar mais que o produto final”, afirma.
Mais do que uma mudança tecnológica, o projeto com a Sygecom reflete um movimento de maturidade no mercado de software, em que a infraestrutura passa a ser tratada como elemento estratégico da operação. Combinando escalabilidade, estabilidade e previsibilidade de custos, a nova arquitetura permite que a empresa sustente seu crescimento e continue evoluindo sua plataforma em um setor que demanda cada vez mais eficiência, controle e rastreabilidade, como é o cenário da reciclagem do Brasil.
“Hoje conseguimos subir servidores rapidamente dentro do ambiente gerido pela 2CLOUD e transferir a totalidade dos clientes com agilidade. Estamos há alguns meses sem nenhum problema técnico”, destaca Dinho Machado.









